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quinta-feira, 21 de julho de 2022

TikiRio vai para o Nordeste

 Depois de toda a preparação do Ashton, o barco iniciou sua viagem para o Nordeste, primeira parte Rio Buzios, numa frente fria que empurrou a gente numa velejada ótima do Rio a Buzios. Fizemos em 10 horas até Cabo Frio, tempo muito bom para um 30 pés.






domingo, 26 de abril de 2020

Em tempos de Quarentena

O mundo em quarentena, novos habitantes microscopicos ameaçam o nosso bem estar. E depois de mais de 40 dias de reclusão, fui fazer quarentena no mar, eu e Andrea, minha esposa. Passeio até icaraí num sábado lindo de outono na baía de Guanabara.


quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Travessia Rio - Itacuruçá

Resolvemos subir o TikiRio em Itacuruçá. A semana marcava ventão todos os dias e sempre favoráveis. Saimos as 6:40 da manhã da baía de guanabara já com um vento SE / E de 10 nós. Mas wind guru marcava 22 nós com rajadas de 29 as 16:00. Calculamos que se mantivessemos a média de 6 nós chegariamos atras da Marambaia no Pico do vento. Motoramos com o grande em cima até o recreio, aonde o vento começava a aumentar. Pouco depois já estava 15/18 subindo, resolvemos tirar a buja, depois rizamos, depois achamos que foi muito e voltamos com a buja, o vento já batia os 20 nós, mas sempre de popa. A asa de pombo funcionou por um periodo, mas partimos para o traves folgado e o barco começou a surfar a 10 nós as ondas, tudo na maior tranquilidade. O vento foi aumentando, tiramos a buja, e lá pro meio da tarde demos o segundo rizo. Esta foi a primeira vez que usei todos os rizos do TikiRio, o vento manteve-se acima dos 20 nós a tarde toda, com picos de 30 e o mar foi crescendo, querendo ou não iamos ser jogados dentro da baia da ilha grande, no ultimo bordo antes da marambaia, o mar fez nós derivarmos um pouco mais que o desejado e acabamos fazendo um través com mais de 25 nós de vento e ondas de 1,5 a 2, mas o tiki estava lonje do seu limite e nós em perfeita segurança conseguimos chegar as 16:15 ao ponto desejado. encaramos mais 2 horas de contravento só com o grande para chegarmos a Itacuruçá.
Pena que o video abaixo não transmite a força G e a real dimensão do vento. São 6 min de video, quem tiver paciência vai curtir.


segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Velejada espetacular - outubro mês dos ventos

Neste domingo, saimos, eu e o Celestino, para a sua quinta aula/passeio. A velejada foi espetacular, o vento estava na medida. Sul, sudoeste de 15 a 18 nós. A maré vazando forte na Baia de Guanabara. Acho que desta vez o Celestino foi picado pelo "bixinho" e pegou a Velejadite, Uma doença que nos impele a querer velejar todo dia, assim que o vento entra, kkk.


domingo, 21 de julho de 2013

Sitio Forte - Encontro dos Samoas

Chego em terra e sou brindado com um copo, na verdade uma metade de maracujá, cheio de quizumba. Churrasco já comendo solto, e os barcos chegando. Nada mal para depois de 4 horas motorando. O TikiRio ancorado perto da praia. Encontro dos Samoas 36, Cmte Manolo animava a festa. Contei uns 15 veleiros, no final de tarde, mas ao escurecer, todos já tinham ido para seus barcos.
O Multichine 28 Xangô 

TikiRio no espelho do Sitio Forte




































Acordei ao lado do Xangô do Ruy e da Fatima. Depois de um rapido desejum, cai na pilha deles de ir embora cedo. Passei a camera para Fatima. Saimos aprox. 8:30 no motor, quase sem vento. Resolvi velejar na pequena brisa que apareceu, mas o vento para o terror da Fatima, e meu prazer, aumentou rapidamente atinjindo rajadas de 15 nós, o Tiki disparou e dobrei a ponta da Lagoa Azul rapidamente, pensei que Cmte Ruy fosse seguir costeando a Ilha Grande que daria abrigo ao SW que aumentava, mas para minha surpreso o vento do outro lado da ponta era SE e aumentando. Aproveitei para cruzar o canal e passar para o lado do continente. Só que o vento continuou rondando e firmou de NE, permitindo-me uma orça em paralelo as altas montanhas da costa. O Tiki 30 anda bem nessas condições, 60º de angulo com o vento, uma orça aberta e seguiamos bem..
O Xangô sofria, só no motor, naquele contravento com mar picado, Fatima apavorada deixava Ruy nervoso.
Ao me distrair tentando amarrar o leme, não vi quando, mas de repente dei falta da tampa da gaiuta principal. A mesma que tinha quebrado, eu reformei, levei para o sitio forte para terminar, mas a quizumba, não deixou, ainda por cima esqueci de amarra-la. Olhei para popa vi ela boiando a uns 300 m, enrolei a buja, liguei o motor,  baixei o grande, mas quando voltei com o barco, já não a encontrei, voltei fazendo zig zags quase uma milha, fiquei puto com perda, neste momento tinhamos uns 20 nós de vento, dei a busca como encerrada e voltei a proa para o vento...
Olha a gaiuta recem consertada e desamarrada...



















Acelerei e colei no Xangô, e sugeri abrigo atras da ilha que tem em frente a Conceição de Jacarei. Ancoramos,esperando o NE diminuir um pouco. Fatima quase tendo um infarte de pavor, pegou um taxi boat para terra e seguiu de onibus para Mangaratiba.
Saimos dali no motor, enfrentando mar de frente com ondas mexidas de um metro, bom teste de mar para o Tiki, que apesar dos rangidos, passou com louvor.




Desliguei o motor e fui atras das rajadas

A partir desse momento, perdemos nossa fotografa que congelou...


















Cheguei em Mangaratiba as 13:00 de NE fraco e encontrei o Claudio que tanto nos ajudou na construção e no lançamento do TikiRio. Embarquei-o e demos um bordo pela Baía de Mangaratiba. Para ele sentir o Tiki pulsando nas rajadas.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Milhas nas quilhas

Hoje estive lembrando os barcos que já velejei, vou lista-los abaixo:

Soling "Pigmeu e Giant" - Foi o barco que aprendi a velejar, Ricardo Costa Souza "Pigmeu" me levou para competir no ano de 1986, quando eu, ele e seu Pai, Ronald Costa Souza, corremos todas as regatas disponiveis nos 2 anos seguintes. De derrubar o mastro a rasgar balão, fiz todas as minhas cagadas de aprendiz com eles, isso ganhando muita bronca, mas ainda tenho varias medalhas desta época.

Guanabara "Bruma" - Este era um classico que só ia pro mar em dias de festa, Escola Naval etc... Com. Luis Carlos sempre chamava Pig para correr e eu ia na aba...estavamos sempre competindo em Match Race contra outro famoso Guanabara o "Itacibá". Ouvi muitas histórias de velejadas cariocas dos anos 50, 60, 70 de Cmte. "Lulu " e seus parceiros.

Laser "laranjinha" - Decidi que tinha que ter meu barco e comprei um Laser velho e coloquei-o na Lagoa de Marapendi, na Barra da Tijuca. Dei minhas primeiras capotadas, corri algumas regatas locais e encalhei em todos os cantos possiveis daquela lagoa.

Snipe "Tchucaballa" - Comprei um Snipe antigo de madeira que foi de Axel Schimidt tio de Torbem Grael. O barco estava abandonado e fiquei uns 2 anos reformando ele quando ficou pronto, levei ele para Lagoa de Marapendi, alguns meses depois levei ele por mar do Quebra-mar da Barra da Tijuca até Niteroi numa velejada historica, que muita gente não acredita até hoje, são 15 milhas sendo 12 em mar aberto. Mas Niterói era muito longe da minha casa e acabei usando menos do que eu desejava este barco.

Velamar 22 "Maneiro" - Barco de Alexandre "James" Alonso, corremos varias regatas e o pessoal ficava puto pois pagavam muito rating para esse barco e nós sempre estavamos nas cabeças no tempo corrigido.

Brasilia 32 de Eduardinho - Este eu corri uma ou duas vezes, mas foi bem legal.

Soling "Fleur de Rose" - Este foi o soling que Comandante Ronald Costa Souza comprou depois de se desfazer de Pigmeu e Giant. Também tivemos boas velejadas nele. Hoje ele é um Crusoling (soling tranformado em cruzeiro)

Dingue "Bionicle" - Resolvi que tinha que ensinar as crianças a velejar e que ia parar de competir de moto ( nesta época competia no enduro ), comprei um dingue pomar, dei um trato nele e dei arrumei uma vaga na Marina da Gloria, show de bola. Estava sem clube e a Marina é ao lado da escola naval, raia da maioria das regatas no RJ. Não consegui despertar a veia competidora em nenhum dos meus dois filhos (tenho um menino de 10 e uma menina de 15) mas fizemos diversos passeios, nesta mesma época um grande amigo comprou um oceano...

Arpege 30 "Fuga9" - Este é o barco que mais tenho velejado, já fomos para Angra algumas vezes e Comandante Laport sempre me chama para as empreitadas. A média de 5 nós que ele faz é que me levou a pensar num multi casco...kkk

Fast 395 "Kamehameha" - Este é o barco...veloz, confortável, bonito. Comandante Cassio cuida dele como um bebê. Está sempre entre o Rio e Angra, e eu nele sempre que posso. Fizemos um cruzeiro maravilhoso até Abrolhos na Bahia, 15 dias de mar com direito a 30 nós de vento na volta no Cabo de São Tomé.

Malbec 41 "Kalimera" - Outro oceano de dar gosto. Fizemos uma travessia Ilheus / Vitoria que mudou a minha vida. Conheci uma Av. chamada Alisios...esses são os ventos que estão me chamando. Foi minha primeira travessia off-shore. Este barco está na Revista Velejar de novembro 2010. Eu estava na tripulação que fez o delivery dele para o Rio de volta da Refeno 2010, mas por problemas tecnicos, paramos em Vitória.

Se eu lembrar de outros eu posto aqui, como podem ver nunca andei de Cata...mas estou convencido de suas vantagens.

Editando em 12 de Junho de 2013

Desde que escrevi o texto acima, a lista d barcos aumentou consideravelmente, por isso resolvi atualizar:

Tiki 26 "Paikea" -Barco do meu amigo Roberto Costa Sousa. Fizemos um passeio bem tranquilo com pouco vento de Ponta das Canas na Ilha de Florianópolis até o continente, a primeira experiencia com catas Wharram.

Samoa 36 "Sabadear" - Corremos a regata da Escola Naval de 2012, mais por curtição do evento, numa velejada tipo test drive com Cmte Manolo. Barco de excelente qualidades, marinheiro, confortavél, estavel. Tio Manolo está de parabéns.

Tiki 21 "Guru do Vento" - Este eu me convidei a velejar...e o Luis Carlos dono do Guru me chamou para correr a regatinha em São Pedro da aldeia, foi uma velejada legal, fiquei muito impressionado com o Tiki 21, veloz e seguro ao mesmo tempo.

Multichine 28 "Xangô" - Grande obra vizinha ao nosso TikiRio. Ruy lançou seu barco em Outubro de 2012, acompanhamos toda finalização da obra e levei com ele o barco até Mangaratiba. Este é o barco mais produzido do projetis Roberto Barros "Cabinho". Comprovei o porque, ele tem tudo que um barco precisa, sem exageros nem extravagancias para ser um bom cruzeiro.

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